Yokohama, dia 30 de Junho de 2002. Quando o árbitro Pierluigi Collina encerrou a decisão da Copa do Mundo, o Brasil era campeão mundial pela última vez. Vinte e três anos se passaram (até a próxima Copa serão 24 anos) e a Seleção Brasileira foi ficando cada vez mais longe do protagonismo do futebol. O país ainda envia jogadores em escala industrial para os melhores times do mundo mas há muito tempo não conseguimos ter uma equipe que chegue, de fato, como favorita na maior competição do planeta. Nas últimas 5 Copas, saímos nas quartas-de-finais em 4 (2006, 2010, 2018 e 2022) e, quando chegamos na semifinal, na nossa casa, passamos a maior vergonha da história naquele jogo contra a Alemanha, em 2014. Não preciso lembrar quanto foi, não é? Ano que vem voltaremos ao país onde conquistamos o tetracampeonato em 1994, os Estados Unidos, que serão sede junto com México e Canadá. Ainda temos excelentes jogadores, comandados agora por um dos treinadores mais vitoriosos de todos os tempos: Carlo Ancelotti. Acredito que podemos sim, formar uma equipe competitiva. Não temos mais aquela geração com vários atletas acima da média, porém, temos muita qualidade individual, e se tivermos um sistema de jogo sólido, com todos comprometidos e focados no título, poderemos colocar a sexta estrela na nossa camisa.

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