DUNGA | A Liderança de uma geração


Dunga fez sua estreia na Seleção Brasileira em 1987 e dois anos depois foi campeão da Copa América, no Maracanã, quando o Brasil venceu o Uruguai na final por 1 a 0 com gol de Romário. No ano seguinte foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 1990 na Itália. O técnico Sebastião Lazaroni, querendo transformar o jeito do Brasil jogar, pois nas duas Copas anteriores, Telê Santana havia sido acusado de perder por se preocupar apenas em jogar bonito, convocou jogadores mais aguerridos e fortes na marcação. Dentre estes novos jogadores, o que chamou mais atenção foi o volante Dunga. Daí logo a imprensa apelidar a nova filosofia de jogo como sendo próprio da "Era Dunga".

A derrota na Copa e esse rótulo infeliz trouxeram grandes dissabores para o jogador. Mas em 1994 ele retornaria para uma nova chance. E dessa vez não decepcionou: com a faixa de capitão, ergueu a taça do mundo do Brasil tetracampeão. Além da liderança do time, Dunga fora ainda incumbido de outra espinhosa missão, na qual também se saiu bem: foi o companheiro de quarto de Romário, a fim de segurar na linha o indisciplinado mas indispensável jogador.

Em 1998, o volante disputaria a sua terceira Copa. Assim como na Copa anterior, foi um dos melhores do torneio, com passes perfeitos e sua liderança dentro de campo. Infelizmente na final contra a França, o Brasil foi derrotado por 3 a 0 e o capitão não pode levantar a taça novamente. Foi a última partida de Dunga com a camisa da Seleção Brasileira. Uma grande trajetória de um gigante da nossa.

Texto: Alexandre Gonçalves / Adaptação Wikipedia 

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